Por que a IA vai transformar primeiro os setores mais arcaicos
As rupturas mais profundas tendem a surgir onde o desconforto é estrutural, onde o trabalho é pesado, fragmentado e mentalmente exaustivo.
As rupturas mais profundas tendem a surgir onde o desconforto é estrutural, onde o trabalho é pesado, fragmentado e mentalmente exaustivo.
As ideias do fundador da Tesla revelam uma sociedade ansiosa por soluções tecnológicas rápidas, disposta a delegar decisões complexas a sistemas que prometem eficiência máxima.
2025 foi o início de uma nova etapa civilizatória, onde os limites entre humano e máquina se tornaram mais porosos, mais criativos e, ao mesmo tempo, mais desafiadores.
Empreendedores: não tratem a IA como um atalho operacional, mas como uma oportunidade de repensar a lógica do negócio
Na nova era dos ecossistemas inteligentes, o empreendedor passa a ser um coordenador de inteligências (humanas e não humanas)
Não é só a forma como falamos com máquinas, mas a capacidade de transformar esse diálogo em decisões claras em um ambiente menos fragmentado
O AI Experience Brasil (foto) mostrou que a corrida é por modelos de negócio: 2025 é o ponto de virada em que IA deixa de ser “vantagem” e vira pré-requisito de sobrevivência
Na nova era das PMEs inteligentes, estamos testemunhando o nascimento de uma infraestrutura cognitiva empresarial
O hype acabou e agora vem o teste de maturidade: não basta contratar uma startup de IA ou adotar um copiloto.
Quem domina os fundamentos (APIs, automações, lógica de agentes) cria vantagem competitiva. A boa notícia: não custa uma fortuna, é preciso método