[DIÁRIOS DA IA] Você acha que é AI-first?
Boa parte das empresas encara a IA como uma “camada de eficiência”, mas isso é o equivalente a colocar um motor novo em uma carroça velha.
Boa parte das empresas encara a IA como uma “camada de eficiência”, mas isso é o equivalente a colocar um motor novo em uma carroça velha.
O que está em jogo é a fusão entre bits, átomos, neurônios e genes em uma nova arquitetura civilizatória, que terá um impacto exponencial, transversal e imprevisível.
A tecnologia tem sido adotada de forma genérica, exigindo que as pessoas constantemente se adaptem às suas limitações.
Quase 40% das PMEs brasileiras ainda operam suas finanças de maneira física ou com planilhas. Mas é possível, com passos simples e eficazes, aterrisar com segurança no ambiente cloud
Nesta nova era, a intuição dá lugar a análises preditivas e dashboards customizados. Com isso, as pequenas e médias empresas antecipam tendências de demanda e minimizam riscos financeiros
Armazenar dados não é mais suficiente – o futuro pertence a quem transforma dados em decisões. E esse novo paradigma exige uma mudança mental
Você está perdendo oportunidades porque seus dados chegam tarde demais? Ou está investindo em complexidade onde a espera não faz diferença?
A primeira coisa a fazer é garantir que os dados dentro da empresa estejam organizados. Sem isso, a IA pode ser um desperdício de recursos
Por trás de toda a sofisticação da IA generativa, há uma verdade silenciosa e poderosa: o SQL ainda é a espinha dorsal da análise de dados.
Empresas se encontram diante de dados caóticos, mal estruturados e difíceis de acessar, o que impacta diretamente em decisões estratégicas.